segunda-feira, 24 de março de 2014

DIÁRIO DE UM CÃO (Emocionante)

1ª Semana
- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!
1º Mês
- Minha mamãe cuida muito bem de mim. È uma mãe exemplar!
2 Meses
- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova “família humana” cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 Meses
- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como “irmãozinhos”. Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 Meses
- Hoje me deram uma bronca. Minha dona me bateu porque fiz “pipi” dentro de casa. Mas nunca haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.
8 Meses
- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido ... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, as vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos
quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!
12 Meses
- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim !!
13 Meses
- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou ingrato. Não compreendo nada do que esta acontecendo.
15 Meses
- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só.
Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede.
Quando chove, não tenho teto que me abrigue.
16 Meses
- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! ... Direcionamo-nos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel.
Abriram a porte e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo.
Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. “Ouçam, Esperem!”, lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forças.
Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam.
Haviam me esquecido.
17 Meses
- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar.
Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha alma. Eu gostaria que me adotassem, seria legal como ninguém!
Mas somente dizem: “pobre cãozinho, deve ter-se perdido”
18 Meses
- Um dia destes, passei perto de uma escola e ví muitas crianças e jovens como meus “irmãozinhos”. Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras para ver quem tinha a melhor pontaria. Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 Meses
- Parece mentira!
Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.
20 Meses
- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado “calçada”, mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por me atingir. Quisera que me tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível!
Minhas patas traseiras não me obedecem e, com dificuldade, arrastei-me até a relva, na beira do caminho.
Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer.
Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo está caindo...
Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: “não chegue perto”. Já estou quase inconsciente.
Mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. “Pobre cãozinho, olha como te deixaram”, dizia...
Junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: “Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer.”
A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou.
Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar.
Somente senti a picada da injeção e dormi pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria.
Pensando ter encontrado meu descanso final, acordei em um novo lar ao lado daquela Dama solitária, e pude perceber que Deus me deu uma nova chance.
Hoje tenho o amor desta linda mulher que me trata como se fosse seu filho, mas a mágoa pela vida ficou.
Nem todos os meus “irmãos” têm esta chance de “Viver Novamente”.
Este é o mundo em que “vivemos”.
  

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Resenha critica do filme: o menino do pijama listrado



O filme trata dos horrores que existiram na Segunda Guerra Mundial, na Alemanha. A história é revelada através do olhar inocente do menino Bruno que nada sabia das ideologias nazistas e passa a conhecer quando se muda para uma área isolada, pois ele era filho de um nazista que assume um cargo importante no campo de concentração, onde não existia quase nada para uma criança da idade dele poder fazer.
 Bruno avista da janela de seu quarto algo parecido com uma fazenda, ele tentou Chegar ao local, mas sua mãe logo o proibiu, mesmo assim ele decide explorar o local e acaba se deparando com um local totalmente cercado e eletrificado e conhece um menino se chamado Shmuel que tinha a sua mesma idade, que usava um pijama listrado, a amizade entre eles crescem e Bruno passa cada vez mais a visitá-lo, sem saberem que era uma relação perigosa, logo após acabam descobrindo que um é Judeu e o outro Nazista.
 Bruno crescia saudável, enquanto na vida de seu amigo era bem diferente, ficava cada vez mais magro e sempre estava com fome. Os Judeus eram tratados como inimigos do povo nazista. Bruno toma uma decisão entrou do outro lado da cerca, para ajudar a procurar o pai de seu amigo, e passa a vestir também um pijama listrado. Desesperados seus pais e uns soldados vão a sua procura, mas quando o acham já é tarde de mais, Bruno e Shmuel, tinham ido para um lugar onde eles e outros Judeus seriam todos mortos.
 Ou seja, apesar de serem opositores os dois meninos conseguiram manter uma relação de amizade, mesmo com o preconceito, o ódio e a violência que afetavam os Judeus, nada afetou a amizade entre os dois, somente em um momento que Bruno precisou omitir e Shmuel acabou sendo agredido por um nazista. O filme acaba com os dois dando a mão como se nada de ruim fosse acontecer com eles dois.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O Menestrel - William Shakespear


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O uso de energia renovável - Uma opção possível?

 
 O uso da energia renovável vem se mostrando como um grande desafio, pois o seu uso é de menos utilização se comparada a outras fontes de energia. A energia renovável é feita a partir de fontes renováveis como o sol, a água, os ventos e o álcool que substituem os combustíveis que são poluentes, como o petróleo e o carvão.
 A energia renovável é uma opção sim possível, pois é um meio extremamente limpo que todos os países deveriam adotar, porém não adotam metas para que esse recurso seja utilizado, deixando esse assunto um pouco para trás. Esse tipo de energia apesar das tecnologias melhorarem e os custos caírem ela ainda continua cara demais para concorrer com os combustíveis fósseis, e depende demais do governo.
 Os desastres no meio ambiente vêm acontecendo cada vez mais freqüente como as enchentes e furacões causando a fome e pobreza. Para tentar diminuir esses problemas ambientais, é necessária a implantação da energia renovável e limpa. Além disso, se as indústrias substituírem suas fontes de energias altamente poluentes evitará a sua falência com a escassez do petróleo que vira a ocorrer daqui a algum tempo conseqüentemente se não evitada.
 Ou seja, a energia renovável é uma opção possível e limpa, que o governo poderia investir e adotar, porém, o seu custo é muito alto, e acaba  perdendo o seu lugar para fontes de energias mais baratas, só que mais poluentes e prejudiciais a nossa saúde, que aos poucos vem aumentando os problemas ambientais.